segunda-feira, 24 de outubro de 2011

FESTIVAL DO RIO 18/10

Curioso... Um filme bonito, que podia ser muito mais do que é; Uma puta experimentação; Um filme mais ou menos quase mercadológico.

A Árvore do Amor
(Dirigido por Zhang Yimou / Panorama do Cinema Mundial)



Uma linda história de amor que fascina, e envolveria o expectador se não fosse os repetitivos fades e cartelas. Uma constante quebra de clima que irrita por sua ausência de necessidade.
Avaliação: :|

Uma Longa Viagem
(Dirigido por Lucia Murat / Première Brasil)



Impressiona pela ousadia estética, ainda mais partindo de uma realizadora experiente. As projeções sobre Caio Blat são em sua maioria belas, enquanto os registros documentais de Heitor são bastante inconstantes. O que realmente não parece ter desníveis é a narração visual e falada de Lúcia, que interfere bela e diretamente no filme.

Avaliação: :O

Corações Sujos
(Dirigido por Vicente Amorim / Première Brasil)



Excelente premissa, contada através de uma narrativa que não alcança o potencial da história. Muito bom tecnicamente, ainda que sua montagem e seus planos lembrem excessivamente a dos filmes comerciais americanos.
Avaliação :|

FESTIVAL DO RIO 17/10

Dia de merda!

Clube do Tigre
(Dirigido por Peter Gersina / Mostra Geração)



Tecnicamente eficiente. Possui uma narrativa boba, perfeita para um filme de sessão da tarde.
Avaliação: :(

A Estrela de Copérnico
(Dirigido por Zdzislaw Kudla e Andrzej Orzechowski/ Mostra Geração)



De péssimo gosto, não parece agradar em nada. Soa complexo para as crianças e infantil para os adultos.
Avaliação: :x

Aqui é o Meu Lugar
(Dirigido por Paolo Sorrentino / Foco Itália)



Mesmo com o personagem brilhante conduzido por Penn, o filme é bastante irregular e cheio de momentos constrangedores. Há de se notar também que existem sequências maravilhosas, como a do velho nazista.
Avaliação: :|

domingo, 16 de outubro de 2011

FESTIVAL DO RIO 16/10

O Palhaço
(Dirigido por Selton Mello / Première Brasil)



Ainda que com uma estrutura narrativa esquisita, "O Palhaço" comprova que Selton Mello está "fazendo o que nasceu para fazer": Cinema. Todos os segmentos se encontram em harmonia, possibilitando que o clima de espetáculo circense tome conta do expectador. Os aplausos no fim deixam de ser surpreendentes.
Avaliação :)

FESTIVAL DO RIO 15/10

Um dia de contrastes, um filme morno e a maior pérola vista no festival até então.

JUNTOS PARA SEMPRE
(Dirigido por Pablo Solarz / Première Latina)



Tecnicamente impecável, funciona bem como comédia. Entretanto, não impressiona. Um filme bem realizado, mas de pouca inspiração.
Avaliação :|

INQUIETOS
(Dirigido por Gus Van Sant / Panorama do Cinema Mundial)



Exalando delicadeza por todos os seus poros. Roteiro, direção, fotografia, montagem, trilha sonora, arte... Tudo na mais bela sintonia. Mesmo girando em torno da morte e de dramas profundos, o filme consegue ser feliz, levando o expectador aos sorrisos durante toda sua extensão. Obra-Prima.
Avaliação: *-*

FESTIVAL DO RIO 14/10

Dia brasileiro, o melhor do festival, sem dúvida.

As Canções
(Dirigido por Eduardo Coutinho / Première Brasil)



Colocando-nos na frente de pessoas reais, com histórias reais. Ao mesmo tempo em que interfere diretamente em seus depoimentos, seja perguntando, seja reagindo. Coutinho faz mais uma pérola com o poder de suas contradições.
Avaliação: :D

Sudoeste
(Dirigido por Eduardo Nunces / Première Brasil)



Com uma fotografia espantosa, o filme é visualmente incrível e peculiar. Seu planos longos só evidenciam a beleza do lugar e de seus personagens, beleza que não é padrão, e sim única. Tudo converge para a criação da aura de realismo fantástico - Partindo do roteiro, passando pela arte e chegando na montagem. Lindo!
Avaliação: :D

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

FESTIVAL DO RIO 13/10

O Garoto que Mente
(Dirigido por Marité Ugás / Première Latina)



Extremamente delicado, lembra um pouco "Os Incompreendidos" (De François Truffaut), ao mesmo tempo em que parece se localizar em um mundo muito particular e distante do nosso - Um road movie muito particular. Talvez todo esse teor extraterreno seja oriundo da bela fotografia, da direção peculiar e do roteiro, que não teme seguir seu próprio rumo, assim como seu personagem.
Avaliação: :)

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

FESTIVAL DO RIO 12/10

No dia mais fraco do festival, uma grande decepção e um belo filme estranho.

Eu receberia as piores notícias de seus lindos lábios
(Dirigido por Beto Brant e Renato Ciasca / Première Brasil)



Belissimamente fotografado, com usos incríveis das cores e planos maravilhosos, o filme se consagra como uma grande experiência plástica sensorial. Ainda que belo, admito não ter compreendido bem algumas metáforas claramente colocadas, ignorância minha, e não de seus realizadores, que executaram um bom trabalho.
Avaliação :)

Último dia em Jerusalém
(Dirigido por Tawfik Abu Wael / Imagens de Israel)



Grande decepção do festival. Um título tão bom, um filme tão ruim. Exceto algumas atuação razoáveis, nada mais salva. Um completo desperdício de tempo.
Avaliação: :X